Obs: Caso use hotmail, live ou msn, cadastre o email noreply@bancodeseries.com.br na lista de remetentes válidos No outlook vá em :
Caixa de Entrada>Opções>Remetentes confiáveis e bloqueados>Remetentes confiáveis e adicione noreply@bancodeseries.com.br
Para mim, que trabalho fazendo autópsias no IML, a parte mais interessante do caso da Elize é justamente como o desmembramento foi feito. A morte do marido dela é bem simples analisada em si: eles discutiram e ela atirou nele. Mas o desmembramento fala MUITO sobre a relação dos dois. Normalmente, um dos primeiros passos é a remoção da cabeça, de forma que enquanto o desmembramento estivesse acontecendo, o corpo possa ser visto apenas como um objeto por quem está cometendo o crime. É extremamente raro ouvir sobre desmembramentos onde a cabeça não é a primeira parte removida, e, quando não é removida imediatamente, geralmente a explicação se dá pela falta de força em romper os ossos da coluna cervical.
Mas Elize não desmembrou a cabeça do marido. Na verdade, é a última parte do corpo dele que ela de alguma forma tenta manipular. Para isso acontecer, a gente está falando de um nível de frieza absurdo: mesmo no meu emprego, conheço pouquíssimos criminosos que já tiveram esse sangue frio. E esse fato poderia me levar à dizer que Elize é uma grande psicopata e que podemos observar isso devido à condução do desmembramento.
Mas, na minha opinião, e por isso eu passo um pano absurdo pra Elize, é que o desmembramento do marido dela é a maior prova do nível de abuso que ela passava. A Elize claramente consegue sentir empatia, então o problema dela nunca foi sadismo, mas a condução sádica do pós-mortem por uma pessoa que não é regularmente sádica só pode dizer que ela sentia um ódio gigante do marido dela.
Que ele arda no inferno.